Quem são os relativistas?

arist

 

O estado é a maior organização iniciadora de agressões contra pessoas pacíficas.

Se vamos falar de agressão, comecemos então a definir isso.

Defino agressão como qualquer ataque físico, roubo, sequestro, estupro e fraude.

Dessas formas de agressão, interessa-nos analisar a do roubo.

O roubo é a subtração não consentida realizada por um indivíduo a propriedade de outrem. Roubo é a tomada da posse de um bem alheio sem o consentimento do legítimo dono.

E o que é o imposto? Além de ser um dos meios pelos quais o estado se mantém, é também a subtração sem consentimento da propriedade alheia em benefício do estado, ou seja, em benefício de um grupo de indivíduos privados que alegam possuir o direito de monopolizar o uso da força e de legislar sob determinado território.

Mas questão é que o estado não é proprietário legítimo de nada. O estado não se apropria da terra como todos os outros indivíduos: misturando seu trabalho a ela. Nope. O estado se apropria de seu território da seguinte forma:

Art. 20. São bens da União:

I – os que atualmente lhe pertencem e os que lhe vierem a ser atribuídos;

II – as terras devolutas indispensáveis à defesa das fronteiras, das fortificações e construções militares, das vias federais de comunicação e à preservação ambiental, definidas em lei;

III – os lagos, rios e quaisquer correntes de água em terrenos de seu domínio, ou que banhem mais de um Estado, sirvam de limites com outros países, ou se estendam a território estrangeiro ou dele provenham, bem como os terrenos marginais e as praias fluviais;

IV as ilhas fluviais e lacustres nas zonas limítrofes com outros países; as praias marítimas; as ilhas oceânicas e as costeiras, excluídas, destas, as que contenham a sede de Municípios, exceto aquelas áreas afetadas ao serviço público e a unidade ambiental federal, e as referidas no art. 26, II; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 46, de 2005)

V – os recursos naturais da plataforma continental e da zona econômica exclusiva;

VI – o mar territorial;

VII – os terrenos de marinha e seus acrescidos;

VIII – os potenciais de energia hidráulica;

IX – os recursos minerais, inclusive os do subsolo;

X – as cavidades naturais subterrâneas e os sítios arqueológicos e pré-históricos;

XI – as terras tradicionalmente ocupadas pelos índios.

Não pelo trabalho da terra, mas pela imposição através de um decreto. A partir de então, o estado se declara proprietário de todo aquele território que nunca tocou e advoga para si o direito de usar a força contra todos aqueles que ali habitam.

Apesar das discordâncias sobre como exatamente a propriedade deve ser definida, sabe-se, pelo menos, que um indivíduo não pode apropriar-se de algo por simples verbalização, ainda mais tratando-se de algo que já está na posse de outro.

O estado, portanto, nada mais é que um agressor, uma instituição financiada pela espoliação em massa. Um ladrão. Não matarás, não roubarás? O estado não respeita isso. Pelo contrário, o estado é justamente o assassinato, justamente o roubo.

Mas para os estatistas de direita nada disso importa. Apenas se preocupam em impor seus valores morais, como se pudesse haver moralidade sem liberdade. Dizem que bandido bom é bandido morto enquanto defendem o crime organizado disfarçado de legalidade.

Quem será que realmente está relativizando a moral por aqui?

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